sexta-feira, 10 de julho de 2009



Einstein robótico aprende a fazer caretas sozinho



Um robô hiper-realista baseado na aparência de Albert Einstein aprendeu "sozinho" a sorrir e fazer outras expressões faciais a partir de um software desenvolvido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. O robô usa seus 31 músculos artificiais para copiar expressões mapeadas pelo sistema de autoaprendizagem.


» Veja fotos do robô Einstein
» Cientistas criam robô que expressa emoções
» Robô-pingüim expressa emoções e fala com humanos

Na primeira etapa do processo, os cientistas moveram a face do robô em várias direções, enquanto ele podia se ver em um espelho e analisar as expressões por meio do software. Assim que aprendeu as relações entre as expressões faciais e os movimentos musculares que as criavam, o robô soube reproduzi-las por conta própria.


Movendo os músculos faciais - acionados por pequenos motores dentro da cabeça - o robô aprendeu a franzir as sobrancelhas, por exemplo.


"O objetivo é tentar compreender alguns dos princípios de computação por trás do aprendizado", disse Marian Bartlett, da equipe de pesquisadores, acrescentando que o sistema pode ser útil também para estudar o aprendizado dos movimentos motores por bebês.


O próximo passo, diz Bartlett, é fazer com que o robô Einstein use as expressões faciais em um contexto social, interagindo com humanos.

Achei esta reportagem muito interressante e pode confundir um pouco a nossa cabeça, pois a pergunta que fica seria. Se no futuro as pesoas não poderão ser substituidos por máquinas? Se eles até já aprenderam sozinhos a sorrir e falar, aprenderão também a trabalhar e talvez até a amar!

http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3867766-EI8328,00-Einstein+robotico+aprende+a+fazer+caretas+sozinho.html

terça-feira, 30 de junho de 2009

Aprendizagens!!!!


Com este PA aprendi muito, pois como todas estava com um pouco de receio de mexer no computador, mas vi que não é um bicho de sete cabeças.

Aprendi bastante sobre as tecnologia é foi super maravilhoso fazer em EAD, pois nunca tinha feito .

Gostaria que fosse mais tempo, mas infelizmente são só 60 horas, mas espero que todos tenham gostado , como eu também gopstei.

Beijos

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Auto - Avaliação do Grupo


Acreditamos que em relação ao nosso projeto, apesar de tudo, conseguimos atingir nossos objetivos. Pois apezar de tudo, fazer um PA à distância é uma coisa, mas um trabalho em grupo é outra bem diferente, pois a comunicação por e-mail é demorada, manda, espera resposta...nem todas tem msm, tivemos problema com a internet, aí a respostas das colegas não vem e tem prazo para postar, quando conseguíamos que a colega nos atendesse, nos comunicávamos por telefone. A Cassiana era a líder do grupo, mas não acreditamos que é bom ter um líder, pois na verdade todas fomos líder um pouco, principalmente a Cristiane e A Cassiana, não desmerecendo as outras, pois elas também ajudaram muito na realização do nosso Blog. Acreditamos que todo o grupo deveria ter a responsabilidade de liderança, sendo que todas tevem ter a preocupação das tarefas e não só a líder. Sobre o PA, as aprendizagens foram muito boas, todas as atividades são para a nossa aplicação com os alunos. Mas, acreditamos que para aprendermos melhor ainda, seria bom que este PA fosse divididos em dois PAs de 60 horas cada, para não ser tão corrido ao realizar as atividades, era muita tarefa ao mesmo tempo e curto prazo.
A foto foi tirada

Aprendizagem


Minhas aprendizagens neste PA e na construção deste blog, foram muitas, pois realizando nosso projeto aprendi muito. tinha muito medo das tecnologias. mas vi que com o tempo esse bicho nao morde. nas entrevistas percebi que muitos tinham receios, que nao era so eu. O nosso grupo aprendeu muitas coisas. outra coisa foi trabalhar em grupo a distancia.; foi uma grande aprendizagem.

domingo, 28 de junho de 2009

Aprendizagens...

Gostei muito de realizar nosso projeto, durante o seu desenvolvimento, ao aplicar o questionário pude ver que nossas certezas provisórias infelizmente eram verdades. Com as aprendizagens tive mais convicção que o professor não pode parar de atualizar-se em todos os assuntos, mas principalmente aos relacionados às TDV. Pois os alunos, desde os menores se interessam mais, se as aulas forem criativas, ainda mais envolvendo as tecnologias, e, conseqüentemente a aprendizagem ocorrerá melhor.

Sobre o uso das tecnologias, em relação à informática, tenho curso de computação, mas utilizava o computador para fazer pesquisas, digitar trabalhos, mandar e-mails. Hoje com este PA aprendi muito mais, apesar de ser corrido aprender tudo isso em um PA só. As aprendizagens foram muito boas, todas as atividades servem de alguma forma para a nossa aprendizagem com os alunos, principalmente ao fazer este blog.

Aprendizagens!


A meu ver, a realização deste projeto foi de suma importância tanto para minha vida pessoal como profissional, pois mudou completamente minha postura em relação às Tecnologias Digitais Virtuais. Hoje posso dizer que sou uma pessoa realizada muito diferente daquela que só sabia digitar textos e enviar e-mail. Já consigo usufruir destes mais variados avanços e principalmente, sentindo-me confiante. As aprendizagens foram tantas que seriam impossíveis descrevê-las, apenas sentindo-as! Com certeza a Regina de ontem não é a mesma de hoje e isto é apenas o início de uma nova caminhada!
Trabalhar em grupo foi muito bom! Realizar um projeto em grupo não é nada fácil, ainda mais num PA em EaD, mas foi justamente o interesse, a dedicação e a união entre as participantes do grupo que o resultado está aí! Criaram-se vínculos de amizade, onde “passamos mais tempo” juntas, trocando idéias, entre tantas outras coisas através “da tecnologia”! Gostaria que tudo o que nós construímos se perpetue! Segundo Alves:

...necessitamos de um ato mágico de exorcismo. Nas histórias de fada é um ato de amor que acorda a Bela Adormecida de seu sono letárgico, ou o príncipe transformado em sapo.
A questão não é gerenciar o educador. É necessário acordá-lo. E, para
acordá-lo, uma experiência de amor é necessária. (Alves, 1985 p. 18).

ALVES, RUBEM. Conversas com quem gosta de ensinar. 20 ed. São Paulo: Cortez, 1985.

Aprendizagens!!!


Assim, quanto ao meu processo de aprendizagem a partir do desenvolvimento desse projeto, posso dizer que aprendi muita coisa nova, valeu muito apena fazer o Blog, consigo ver agora as tecnologias com outros olhos. Posso também afirmar que agora consigo me encontrar em melhores condições de relacionar as tecnologias as escolas, a nossa própria vida e a vida de nossos alunos. Durante este processo de construção do Blog, e outras tarefas que fizemos pude ver a tecnologia de outra maneira. Antes de fazer este PA, ou ainda antes de nós começar com o nosso Blog, eu via a tecnologia como um certo monstro, que estava ali só para ferrar com a nossa vida, isso porque muitas vezes eu não sabia ainda como usá-la de forma correta. Mas já não tenho mais os medos e os problemas que me aflingiam na hora de trabalhar com o computador e com mundos digitais já fazem parte do passado. Tenho agora a certeza que a tecnologia foi feita sim para nós, para todas as pessoas inclusive os que ainda não tem acesso a ela, para ajudá-las e melhorar a sua vida.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Considerações Finais


A partir do planejamento do nosso projeto de aprendizagem, das pesquisas realizadas e do processo desenvolvido, retomamos as nossas certezas provisórias, as nossas dúvidas temporárias, os objetivos e a problemática inicial que gerou o projeto, a fim de discuti-las, buscando sistematizar o conhecimento construído durante o desenvolvimento do nosso projeto de aprendizagem.

Assim quanto as nossas certezas provisórias, podemos dizer que essas novas mudanças vão exigir uma formação sobre as novas tecnologias; no assunto que se refere à educação, pois já não
serão mais os mesmos os professores que atuaram no futuro, os que ainda ignoram os avanços científicos, assim como a evolução da tecnologia. Nossos alunos de certa forma exigem uma nova postura do educador, fazendo que os mesmos vão em busca de novos conhecimentos, utilizando a tecnologia como um recurso didático.O professor necessita perder o medo de ser privado, e não poder trabalhar com novas possibilidades da tecnologia na sala de aula; pois na atualidade toda e qualquer Instituição de Ensino devem ser cientes que a tecnologia faz parte do cotidiano do aluno e já faz parte do currículo.

Quanto às dúvidas temporárias, encontramos que, os professores estão buscando sua autonomia, estão em busca de uma formação centralizada nos avanços tecnológicos, pois sabem que isto é necessário para que o processo de aprendizagem ocorra de forma prazerosa e eficiente. E também encontramos que daqui em diante a tecnologia sempre estará presente na Educação como uma ferramenta para a construção do Conhecimento, qualificando cada vez mais o Ensino. Existem muitas escolas que preparam o professor para aprender sobre o uso das novas tecnologias. Quando há novas mudanças, exige-se uma formação sobre os avanços tecnológicos. E os professores não devem temer os avanços tecnológicos, pois eles não lhes tirarão os empregos mais sim os ajudarão a qualificá-lo ainda mais.

Quanto os nossos objetivos, entendemos que cabe a nós futuras pedagogas mostrar a importância da capacitação, em atualizar-se digitalmente, pois o avanço da tecnologia não pára e as crianças aprendem junto com ela. E quanto ao nosso objetivo na pré-apresentação para as colegas, explicamos sobre a importância da atualização digital dos professores, para as aulas ficarem atrativas para uma melhor aprendizagem.
Como qualquer outro ser humano, nós professores nunca aprendemos tudo e, muitas vezes até aprendemos com nossos alunos, eles são crianças e estas aprendem muito rápido em questão às novas tecnologias.

E quanto à problemática inicial que deu origem ao nosso projeto entendemos que as tecnologias digitais virtuais podem ser aliadas no processo ensino aprendizagem, pois, permitem ao professor desenvolver atividades mais criativas e motivadoras. Dessa forma, é importante que o professor busque ampliar seus conhecimentos na área da tecnologia educacional, tornando-se efetivamente o mediador do processo de aprendizagem, integrando assim de forma dinâmica e equilibrada a orientação intelectual. Para melhorar a qualidade de ensino-aprendizagem é preciso encarar a realidade que mostra a necessidade de levar para a sala de aula novas tecnologias.
Sendo assim o professor não pode parar de atualizar-se, principalmente em relação ao uso das novas tecnologias que não param de avançar, e as crianças são as primeiras a aprendê-las. Mas é claro que a escola deve ajudar ao professor na sua capacitação, oportunizando espaços e cursos de capacitação.
Ao analisar os questionários, concluímos que os professores que não tem medo do novo, que estão sempre em busca de novos cursos de aperfeiçoamento não tem tecnofobia, usam e abusam dos recursos tecnológicos. E estamos certo de que aqueles professores que pararam no tempo e que não sabem lidar com os avanços da tecnologia, invés de preparar uma aula cativante para os alunos, sempre estarão aplicando aquelas aulas monótonas de que os alunos não prestam atenção nenhuma.

- Roteiro do questionário

1) Qual a importância da Tecnologia na sua vida?
2) Você acredita que o professor está sendo realmente preparado para trabalhar com o uso das Novas Tecnologias?
3) Na escola que você trabalha, oferece condições para serem utilizadas as Tecnologias como um recurso no processo de aprendizagem? Como?
4) Você se acha um tecnofobia? (Medo das Novas Tecnologias) Sendo ou não, justifique?
5) Você se acha preparado para trabalhar no laboratório de informática da escola, sem a ajuda de um especialista no assunto?

O questionário foi aplicado em cinco professores, conforme o resultado das respostas das perguntas do roteiro, após serem analisadas, podemos concluir que em relação a questão 1. Todos afirmam que a tecnologia é indispensável na atualidade. Questão 2. Todos acreditam que os professores não estão sendo preparados para trabalharem com as TDVs. Na questão 3. Também foi unânime a resposta, onde relatam que as Escolas não oferecem condições para que seja possível usufruir das TDVs. Na questão 4. Duas pessoas afirmam que sofrem da tecnofobia, sendo que suas justificativas foram “ Ter medo” de estragar algum programa. Duas pessoas não se consideram tecnofobias, mas confeçam que sentem muita insegurança em relação a esta área de conhecimento e uma pessoa domina totalmente os avanços tecnológicos. Na última questão 5 pessoas afirmam que necessitam de auxílio para trabalharem no laboratório de informática da Escola, enquanto que apenas uma sente-se preparado para trabalhar com as TDVs.
A imagem foi tirada

quarta-feira, 24 de junho de 2009

No dia 24 de maio o folheto da missa católica, no final dizia:

Hoje, Dia Mundial das Comunicações Sociais. Tema escolhido pelo Papa: "Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo e de amizade".

Achei interessante, pois até o Papa pensa em novas tecnologias, então por que os professores não pensarão?

Arquidiocese de Porto Alegre

Formação de Professores para o Futuro

Vivemos em uma sociedade que cresce e se transforma aceleradamente, e cabe a nós o desafio de educar o aluno naquilo que ele não sabia hontem e prepará-lo para o que ainda não sabemos ao certo o que é, mas que ele precisará para amanhã ou para um futuro bem próximo.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Participação na Plenária de Debates da CONAE






Participação da CONAE


Apresentação

“Durante a realização da Conferência Nacional de Educação assumiu o compromisso institucional de apoiar a organização da Conferência Nacional de Educação – CONAE. No dia 03 de setembro de 2008, foi publicada a Portaria Ministerial nº 10, constituindo a Comissão Nacional Organizadora da CONAE. Em uma ampla parceria entre os Sistemas de Ensino, os Órgãos Educacionais, o Congresso Nacional e a Sociedade Civil, a Comissão Nacional definiu que a CONAE será realizada, em Brasília – DF, no mês de abril de 2010, e será precedida de Conferências Municipais ou Intermunicipais, a serem realizadas no primeiro semestre de 2009 e de Conferências Estaduais e do Distrito Federal para o segundo semestre de 2009. Este documento desenvolve o tema central da CONAE: Construindo o Sistema Nacional Articulado de Educação: O Plano Nacional de Educação, suas Diretrizes e Estratégias de Ação. A partir deste momento, ele se torna objeto de estudo e de deliberação, incluindo, portanto, o debate de todos os níveis, etapas e modalidades de ensino em fórum de mobilização nacional pela qualidade e valorização da educação com a participação de amplos segmentos educacionais e sociais.” Por Francisco das Chagas, Coordenador da Comissão Nacional da CONAE.


Acreditamos que com esta Conferência – CONAE, teremos uma Educação de qualidade. Eu e minha amiga Claúdia, participamos da Conferência Preparatória Municipal de São Leopoldo, ocorrida no dia 06/06/09, na Escola Estadual Visconde de São Leopoldo. A Plenária de Debates, foi organizada por eixos temáticos, optamos pelo EIXO IV, Formação e Valorização dos Profissionais da Educação. Para nossa surpresa e alegria a ministrante do debate era nossa professora: Drª Eliane Schlemmer. A professora iniciou o debate relatando suas experiências de “sala de aula” e de seu interesse pelas tecnologias. Devido ao atraso infelizmente o tempo foi reduzido, mas mesmo assim, os professores presentes interagiam demonstrando grande interesse no tema abordado. Utilizando as TDVs, a professora mostrou a Ilha Unisinos e a telepresença via Avatar em MDV3D, como também comentou sobre o trabalho que é realizado no nosso PA. Como leitura ela sugeriu o livro Homo Zappiens de Wim Veen e Bem Vrakking, fazendo uma comparação entre o “Homo Zappiens” e o Homo Sappiens. Por meio de questionamentos, a professora fazia o grupo de professores interagirem no debate, tornando o evento dinâmico! A professora relatou a importância do uso das TDVs na educação, salientando o uso adequado. Enfim, a nossa participação nesta Conferência foi uma oportunidade que nos fez ter uma nova postura; pois como professoras necessitamos estar presentes para que de fato, tenhamos uma educação de qualidade e para que isto ocorra, a formação e a valorização profissional é imprescindível.


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Tecnologia na Educação

Este vídeo fala da importância da Tecnologia para a Educação. E também faz uma reflexão da tecnologia daqui a 15 anos. O que ela fará por nós? O homem será substituido pela máquina!Também faz uma relação com o medo que os professores tem de perder seus empregos. E se os professores não buscarem sua capacitação irão ficar as margens dos alunos, ou até abaixo referente ao conhecimento sobre as Tecnologias. Questionandeo assim a preparação da escola e dos professores.

Não se pode prever ainda como será daqui a quinze anos, mas a certeza que temos que a Tecnologia estará presente na Educação como uma ferramenta para a Construção do Conhecimento, qualificando o Ensino. E certemante o professor precisa ter autonomia e fazer parte desta mudança.

http://www.youtube.com/watch?v=0Z2VnWfe33M

sábado, 6 de junho de 2009

A Tecnologia

A tecnologia de algum professores ainda é o giz e quadro, como mudar está situação? Será que são os professores que não querem se atualizar ou as escolas não dão sustenção para que eles possam?
Muitas ecolas tem a informtica mas a qualidade de esnino é muito ruim.
Conversei com uma professora de escola estatual é ela é a unica que usa tecnologia em suas aulas,os alunos adoram a aula dela, mas ela disse que seu colegas de trabalho não gostam de usar a tecnologia , pois acham que vira bagunça este tipo de aula.
O que fazer com professores que ainda vivem neste pensamento ignorante, pode ser chamado assim, isolar-se do mundo da tecnologia é melhor para eles, não tem trabalho nenhum.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Integração das TIC na Educação

"Como já foi dito, todas as mídias, as novas como as “velhas”,
fazem parte do universo de socialização das crianças, participando, de
modo ativo e inédito na história da humanidade, da socialização das
novas gerações, este processo tão complexo que transforma a criança em
ser social, capaz de viver de modo competente, isto é, “sociável”, em
sociedade. Novos “textos” surgem na paisagem audiovisual que os jovens
contemplam e aprendem, sozinhos ou com outros jovens, a ler e a
interpretar. Imagens coloridas fixas e em movimento, sons ambientes,
música, linguagem oral e escrita, teatro, todas estas formas de expressão
Educação & Sociedade, ano XXIII, no 78, Abril/2002 123
– “linguagens” – estão mixadas numa mesma mensagem, construindo
significados, carregando representações, difundindo símbolos."


Achei muito importante esta parte do texto pois ele fala sobre a importancia da mídia na vida da criança. De como a criança trabalha sua própria autonomia fazendo parte de novas conquistas, de pesquisas online, e de uma transformação no seu convivio social, de ler, escrever e interpretar melhor textos e outros meios de se comunicar.

"Por que é urgente integrar as TIC nos processos educacionais? A
razão mais geral e a mais importante de todas é também óbvia: porque
elas já estão presentes e influentes em todas as esferas da vida social,
cabendo à escola, especialmente à escola pública, atuar no sentido de
compensar as terríveis desigualdades sociais e regionais que o acesso
desigual a estas máquinas está gerando."



Nesta outra parte do texto está a pergunta, por que é urgente integrar as TIC nos processos educacionais?

Com certeza que esta não é uma pergunta que se faça desde hoje. Integrar os TIC nas escolas é um dever das Instituições de Ensino, pois é na escola que a criança aprende os primeiros passos para uma vida promissora e também necessita obter também outras fontes de conhecimento a não ser ba -be -bi -bo-bu. São necessárias outras práticas de Ensino, par que no futuro todos tenham acesso as tecnologias presentes no mundo.
http://www.scielo.br/pdf/es/v23n78/a08v2378.pdf

Pedagogia X Tecnologia

No texto "Inovações Tecnológicas e Processos Educacionais" fala que Pedagogia e tecnologia sempre andam de mão dadas, o que falta ser feito é o uso adequado da tecnologia. Precisam ser promovidos cursos para a capacitação dos professores e também dos alunos, para que juntos possam evoluir neste mundo de inovaçõaes tecnológicas.
Por um lado as pessoas estão sendo presenteadas pela tecnologia, facilitando sua vida. Já não é preciso sair de casa para pagar um conta no banco por exemplo. Mas de outro lado existem os países subdesenvolvidos e altamente urbanizados, onde pobres dividem lugar com os atrasados cultural e politicamente. E estes fatores dendem a crescer com o avanço da tecnologia. Os excluídos não tendo lugar nesta sociedade, nem mesmo acesso as tecnologias ficam cada vez mais vulneráveis a desigualdade social. Eu como educadora, já me perguntei se o Second Life é um bom enfestimento! Pois com tantas pessoas passando fome, é envestido tanto dinheiro em mundos virtuais. E realmente necessário para o avanço da Educação!

http://www.scielo.br/pdf/es/v23n78/a08v2378.pdf

sábado, 23 de maio de 2009

Entrevista

Professora:serie inicias
Idade: 40anos
Formada em pedagogia
tempo na profissão: 15 anos, sempre nas serie inicias.
resposta
1) Acesso à informação, o aumento do conhecimento e o desenvolvimento da medicina, ajuda as pessoas em geral.

2) Ainda ha pouca incidencia da tecnologia na educação. Vou me virando como posso, aprendedo sozinha.

3) Não.

4) Nao tenho. gosto muito de mexer no computador, mesmo nao tendo curso, tendo ir atras do que nao sei.

5) Nao. Para isso teria que me especializar mais no assunto para melhor atende -los.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Questionário

Profissão: Professora das Séries Iniciais
Idade: 34 anos

1) Qual a importância da Tecnologia na sua vida?
A tecnologia vem favorecer informações muito mais atualizadas e rápidas para a vida de todos nós.


2) Você acredita que o professor está sendo realmente preparado para trabalhar com o uso das Novas Tecnologias?
No magistério, tudo ocorre muito rápido, levando ao modismo. Para tudo precisamos nos preparar e precisamos ter clareza de que ou nos informamos ou ficamos para trás.


3) Na escola que você trabalha, oferece condições para serem utilizadas as Tecnologias como um recurso no processo de aprendizagem? Como?
Sim. Nossos alunos tem semanalmente aula na informática, onde são desenvolvidos os conteúdos solicitados por nós, mas dispostos pela profe de informática.


4) Você se acha um tecnofobia? (Medo das Novas Tecnologias) Sendo ou não, justifique?
Acredito que sim, pois as mudanças ocorrem muito depressa.


5) Você se acha preparado para trabalhar no laboratório de informática da escola, sem a ajuda de um especialista no assunto?
Não já tive que fazer isto, mas não considero produtivo. Precisamos de alguém que possa desenvolver nossos conteúdos dentro da informática.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Entrevista com uma professora

Nome: Sigiloso
Idade: 35 anos
Profissão: Professora das Séries Iniciais do Ensino Fundamental
Local de trabalho: Escola Municipal de São Leopoldo
Grau de Escolaridade: Superior Incompleto ( Pedagogia)
Tempo de trabalho: 19 anos na mesma Escola

Roteiro da entrevista

1) Qual a importância da Tecnologia na sua vida?

A tecnologia é imprescindível para todas atividades na atualidade, sem ela, não conseguiríamos cumprir todas as tarefas do nosso dia-a-dia.

2) Você acredita que o professor está sendo realmente preparado para trabalhar com o uso das Novas Tecnologias?

Acredito que não, pois o professor precisaria de tempo e investimento para que possa fazer cursos, para que possa trabalhar corretamente com seus alunos.

3) Na Escola que você trabalha, oferece condições para serem utilizadas as Tecnologias como um recurso no processo de aprendizagem? Como?

A escola em que trabalho não oferece condições para utilazar-mos as tecnologias como um recurso no processo de aprendizagem. Tem um Laboratório de Informática que não tem acesso a internet, somente o da secretaria tem acesso a rede, mas os professores não tem acesso a ele. O Laboratório de Informática até o ano passado a cada quinzena cada turma tinha quarenta minutos para os alunos e a professora titular juntamente com a coordenadora do laboratório usufruírem deste instrumento, porém um computador era utilizado por três alunos ao mesmo tempo enquanto os demais aguardavam chegar a sua vez. Sem comentários sobre o processo de aprendizagem!! Este ano nem isto temos, com o Projeto Mais Educação, que foi implantado na Escola, mas que ainda está só no papel estamos aguardando. Nossa Escola ainda é do tempo do mimeógrafo, pois temos máquina copiadora, mas cada professor tem sua cota, que é mínima e não contempla as necessidades do professor.

4) Você se acha um tecnofobia? ( Medo das Novas Tecnologias ). Sendo ou não, justifique.

Não, não me sinto amedrontada, sinto-me angustiada por estar na frente do computador e não saber o que fazer sozinha, sem a ajuda de alguém.

5) Você se acha preparado para trabalhar no Laboratório de Informática da escola, sem a ajuda de um especialista no assunto?
Não sem monitoria, de maneira alguma, somente desenvolvo o trabalho com a ajuda da monitora da informática, que é a pessoa responsável pela coordenação dos trabalhos.

domingo, 17 de maio de 2009

Entrevista sobre o Uso das Tecnologias

Nome: Marcio Rodrigues de Melo
Profissão: Estagiário de Física em escola estadual
Idade: 25 anos
Escolaridade: Superior em andamento ( Graduação em Física)

Perguntas aplicadas para o Entrevistado
1) Qual a importância da Tecnologia na sua vida?
Fundamental de extrema importância,pois a tecnologia facilita nossa vida de muitas formas.O que realizamos em minutos com a tecnologia podemos levar horas sem utiliza-lá.
2) Você acredita que o professor está sendo realmente preparado para trabalhar com o uso das Novas Tecnologias?
A grande maioria não. Pois estão desatualizados alguns tem medo, outro não tem equipamentos disponíveis para utilizá-las no ensino.
3) Na escola que você trabalha, oferece condições para serem utilizadas as Tecnologias como um recurso no processo de aprendizagem? Como?
Muitos pouco apenas 10 computadores e um data show.Utilizo os computadores para pesquisas dos alunos.Já com o data show apresento o conteúdo que preparo com a ajuda do Power point para tornar as aulas mais interessantes aos alunos.
4) Você se acha um tecnofobia? (Medo das Novas Tecnologias) Sendo ou não, justifique?
Não,pois estou sempre tentando buscar utilizar e aprender novas tecnologia que possam me auxiliar no meu dia-a-dia.
5) Você se acha preparado para trabalhar no laboratório de informática da escola, sem a ajuda de um especialista no assunto?
Sim, pois acredito que estou preparado, tenho uma boa noção sobre o assunto,informática, sei utilizar vários programas,e sei bem o funcionamento dos computadores.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Entrevista sobre o Uso das Tecnologias

Nome da Entrevistada: Sigiloso
Profissão: Diretora de uma escolinha de Educação Infantil
Idade: 38 anos
Escolaridade: Graduação em Pedagogia – com Pós-Graduação em Psicopedagogia Escolar
► Perguntas aplicadas para a Entrevistada
1)
Qual a importância da Tecnologia na sua vida?
Resposta: No momento, e da forma que está se desenvolvendo a tecnologia é de suma importância, para me atualizar, pesquisar contatos e tantos outros assuntos de que preciso para desenvolver um bom trabalho, e assim não depender dos outros para realizar os mesmos.
2) Você acredita que o professor está sendo realmente preparado para trabalhar com o uso das Novas Tecnologias?
Resposta: Não. Porque na verdade são poucos os professores que tem algum conhecimento na área. Ou na maior parte nem tem computador em casa ou dispõe dos recursos.
3) Na escola que você trabalha, oferece condições para serem utilizadas as Tecnologias como um recurso no processo de aprendizagem? Como?
Resposta: Atualmente não. Porque não se trabalha com estas tecnologias na Escolinha.
4) Você se acha um tecnofobia? (Medo das Novas Tecnologias) Sendo ou não, justifique?
Resposta: Sim. Pois acho que vai estragar, ou ainda, que vou desconfigurar algum programa.
5) Você se acha preparado para trabalhar no laboratório de informática da escola, sem a ajuda de um especialista no assunto?
Resposta: Não. Porque não domino praticamente nada no computador.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Tecnologia e Educação

A tecnologia cada dia avança mais, e temos que fazer o possível para acompanha-las, pois os alunos não precisam de muito esforço, se eles não tem internet em casa, na Lan House é baratinho a hora, e os eletrônicos fazem parte de uma tecnologia que não precisa quase de incentivo nenhum para eles aprenderem e se interessarem a explorar. E as crianças tem mais facilidade em aprender.
O que os professores precisam ter cuidado é na hora da tecnologia PARA a Educação, pois não é só levar a turma para o laboratório de informática e os deixar jogarem livremente, sem perspectiva pedagógica nenhuma. Deve haver um planejamento com objetivos.
A tecnologia é a nossa realidade, faz parte da nossa cultura, está fazendo parte da sociedade. A tecnologia está presente em quase tudo o que fizemos ou precisamos fazer e de um modo ou outro todos temos algum tipo de contato com a tecnologia, em casa, a TV, o telefone, o celular, ao pagar uma conta no banco, no caixa eletrônico, o carro enfim... Para todo o lado que olhamos tem tecnologia. Assim como dizemos que o mundo está cheio da matemática, podemos dizer que o mundo está cheio de tecnologia, e confesso dizer seria difícil vivermos sem elas hoje, pela facilidade e comodidade que elas nos oferecem. E estamos também no nosso dia-a-dia, acostumados com ela.
O que temos que ter cuidado é com a quantidade de lixo que produzimos não com a tecnologia em si, mas com a troca dela por melhores, por exemplo aparelhos de celular mais modernos, além do aparelho que vai para o lixo, vai a bateria que pode contaminar o solo por muitos anos, também vai o carregador, e isto é só um exemplo.
A tecnologia nos ajuda e muito, devemos aproveitá-las ao máximo, é um direito de todos, só não devemos esquecer da natureza, que cada vez mais está nos mostrando através das catástrofes do que é capaz.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Você é um Professor Digital?

Por José Carlos Antonio

Quando comecei a escrever sobre informática educacional, lá pelos idos de 1998, me lembro que meu primeiro artigo abordava a importância do uso dos computadores como ferramenta de ensino-aprendizagem. Nele, eu tentava mostrar que os computadores e a Internet poderiam ser ferramentas poderosas para pesquisa, aprendizagem, interatividade e autoria.
Na foto ao lado, o professor Suez confronta a velha “papeleta de notas” com a moderna planilha de notas eletrônicas em um projeto de informatização desenvolvido na EE Neuza Maria Nazatto de Carvalho.
De lá para cá muita coisa mudou no mundo da informática e dos computadores. Mas, no âmbito da escola, notamos um descompasso entre o ritmo da evolução tecnológica e o da evolução de nossos processos educacionais. O que, de certa forma, sabemos que não é novidade para ninguém: a escola implementa mudanças de uma forma mais lenta, ainda que, paradoxalmente, seja uma instituição que se propõe a ser um fator gerador de mudanças. É por isso que os professores devem considerar as oficinas de capacitação para o uso pedagógico dos computadores e da Internet como oportunidades valiosas de aprendizagem de novas metodologias e técnicas de ensino-aprendizagem.
Mas só isso não basta. É preciso mais. Já não basta perder o medo do computador. É preciso saber para que ele serve se pretendemos fazer bom uso da máquina. Professores que só usaram computadores para bater papo na Internet, jogar games ou, quando muito, digitar um texto mal formatado no Word, estão deixando de aproveitar a chance de serem verdadeiros “professores digitais”.
Na rede pública de ensino há ainda uma demanda enorme de computadores para equipar centenas de escolas que não dispõem de uma Sala de Informática funcional. Em outras tantas escolas os computadores já estão ultrapassados e não dão mais conta de rodarem sistemas operacionais modernos ou mesmo de lidar com a Internet midiática atual. É preciso suprir essas demandas. As máquinas mudaram, o mundo mudou, embora na maior parte das escolas os professores continuem quase os mesmos. Mas é preciso fazer também, e urgentemente, um “upgrade nos professores” e não apenas nas Salas de Informática. Precisamos de “professores digitais”.
Um professor digital é aquele que possui habilidades para fazer um bom uso do computadores para ele mesmo e, por extensão, é capaz de usá-lo de forma produtiva com seus alunos.
As “habilidades” que listarei a seguir podem ser discutíveis e em número limitado. Arrisco-me, no entanto, a afirmar que quantas mais forem as habilidades possuídas, mais perto se chegará do perfil de um professor digital. Vejamos>
1. Possuir um endereço de e-mail e utilizá-lo pelo menos duas vezes por semana (o ideal seria fazê-lo diariamente);
2. Possuir um blog, um site ou uma página atualizável na Internet onde regularmente se produz, socializa e se confronta seu conhecimento com outras pessoas;
3. Participar ativamente de um ou mais “grupos de discussão”, fórum ou comunidade virtual ligada à sua atividade educacional;
4. Possuir algum programa de troca de mensagens on-line, como o MSN, com, no mínimo, dois colegas de profissão em sua “lista de contatos” e usá-lo para fins profissionais pelo menos uma vez por semana, em média;
5. Assinar algum periódico on-line (mesmo que gratuito) sobre notícias e novidades relacionadas à educação ou à sua disciplina específica, e lê-lo regularmente;
6. Preparar rotineiramente provas, resumos, tabelas, roteiros e materiais didáticos diversos usando um processador de textos (como o Word, por exemplo), uma planilha eletrônica (como o Excel) ou um programa de apresentações multimídia (como o PowerPoint);
7. Fazer pesquisa na Internet regularmente com vistas à preparação de suas aulas (no mínimo) e, preferencialmente, manter um banco de dados de sites úteis para sua disciplina e para a educação em geral. Melhor ainda seria compartilhar esse banco de dados com colegas e alunos;
8. Preparar pelo menos uma aula por bimestre sobre um tema de sua disciplina onde os alunos usarão os computadores e a Sala de Informática de forma produtiva e não apenas para “matar o tempo”;
9. Manter contato com o computador por, pelo menos, uma hora diária, em média;
10. Manter-se atento para as novas possibilidades de uso pedagógico das novas tecnologias que surgem continuamente e tentar implementar novas metodologias em suas aulas.
Note que na lista acima não foi incluída em nenhum item a necessidade de se “possuir um computador”, porque de fato não é preciso possuir algum para ser um professor digital, ou mesmo para incluir-se digitalmente. No entanto, muitos professores que conheço possuem computadores e acesso à Internet, mas não chegam a ter nem três das dez habilidades listadas acima.
As habilidades acima envolvem o “fazer”, o agir, a inclusão efetiva do professor no mundo digital. Nenhuma oficina de capacitação ou curso de computação, por si só, traz nenhuma das habilidades acima, pois todas elas demandam o “uso regular do computador e da Internet”.
Aproveite e faça você mesmo o teste para medir o quanto você se enquadra no perfil do professor digital. Some um ponto para cada item dessa lista que se aplicar a você. Caso você some mais que cinco pontos, já pode se considerar como parte da vanguarda dos professores digitais.
http://professordigital.wordpress.com/2008/06/30/voce-e-um-professor-digital/

segunda-feira, 27 de abril de 2009

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Marilena Bittar, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Sheila Denize Guimarães, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Mônica Vasconcellos, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

ALGUMAS CONCLUSÕES

Nossa concepção sobre a integração da tecnologia na prática pedagógica dos professores, quaisquer que sejam eles, não coaduna com a idéia de se obter resultados consistentes ao término de um ano. Acreditamos, como dissemos anteriormente, que esse é um trabalho de crescimento conjunto, de idas e vindas, mas que, se realizado com verdadeiro significado, construído conjuntamente, os resultados passarão a fazer, de fato, parte dos conhecimentos do professor, ou seja, o professor terá incorporado mais uma disponível para a realização de sua tarefa pedagógica. Assim sendo, não temos, ao final de um ano de trabalho, resultados definitivos, porém, a análise de todo o trabalho desenvolvido mostra que vários avanços aconteceram, tanto no sentido da prática de um trabalho colaborativo dentro do grupo quanto no sentido de desvendar algumas questões sobre a informática aplicada à Educação Matemática. A seguir, apresentamos, uma síntese dos principais resultados obtidos.

Espírito de grupo / Desejo de manter o grupo unido

O sentimento de fazer parte de um grupo começou a ser construído logo nos primeiros encontros, quando os professores expuseram os problemas que vivenciavam nas escolas, no que se refere à integração da tecnologia e decidiram discutir esses problemas com todos os participantes. Isso porque os problemas evidenciados, de modo geral, não se restringiam a um nível de ensino específico. Entretanto, no caso de problemas específicos a um determinado nível houve a manifestação de que talvez a discussão desses problemas possibilitasse à aprendizagem daqueles que atuam em outro nível.

Momentos de colaboração / Indícios de integração

Ao longo dos encontros percebemos alguns momentos de colaboração, em especial naqueles destinados a exploração do LOGO. Foi dada uma rápida explicação sobre o software e, a partir de então o grupo começou a trabalhar de forma livre; não se tratava de um curso sobre o uso do software. Cada vez que um participante tinha uma dúvida ou se sentia bloqueado diante de uma dificuldade, ele procurava outra pessoa para discutir. Além disso, à medida que algum participante fazia um questionamento acerca das possibilidades de uso desse software ou a respeito de alguma descoberta, boa parte dos envolvidos sentia-se instigado a descobrir essas e novas possibilidades, a explorar as ferramentas e à confrontar essa experiência ao trabalho que poderiam realizar com seus alunos em suas respectivas escolas, tendo em vista o ensino e a aprendizagem da Geometria. Além disso, duas professoras tomaram a iniciativa de desenvolver, com seus alunos, uma aula fazendo o uso do LOGO. Para tanto, preparam algumas atividades e expuseram ao grupo o que haviam planejado e o que haviam realizado. O grupo fez alguns questionamentos e deu novas sugestões para ampliar o trabalho. As reflexões realizadas ao longo de todo o trabalho desenvolvido durante o ano de 2007 indicam que foi despertada em todos a vontade de explorar de forma crítica a tecnologia para que, de fato, ela possa constituir um instrumento a mais a ser incorporado na prática pedagógica do professor. Na avaliação feita ao final do ano, todos manifestaram contentamento com o que foi desenvolvido e também interesse no prosseguimento da pesquisa. Parece-nos que uma primeira parte, fundamental para o trabalho proposto, foi cumprida: a constituição de um grupo de pesquisa-ação, que trabalha em colaboração e que chegou a certo entendimento sobre o significado e interesse sobre o uso da tecnologia na educação. Agora temos uma outra parte, que consideramos crucial para atingir o objetivo pretendido: a realização das idas e vindas entre as reflexões do grupo e as ações a serem desenvolvidas em sala de aula. A essa parte nos dedicaremos nesse ano de 2008.

http://www.limc.ufrj.br/htem4/papers/52.pdf Acesso em 26/04/09.

JUSTIFICATIVA

Nosso grupo escolheu este tema para desenvolver no blog sobre professores sem formação tecnológica pelo motivo de vermos que, a cada dia, a tecnologia avança e os professores estacionam em uma só, por não conhecer ou não querer se atualizar, pois alguns acham chato ter de mexer em computadores.
Vamos tentar mostrar em nosso blog que todos os professores precisam se atualizar para que a escola não fique tão chata, como ouvimos alguns alunos falarem. Gostaríamos de ajuda-los dessa forma, mostrando que é muito divertido dar aula com a ajuda da tecnologia.

domingo, 26 de abril de 2009

Formação docente e novas tecnologias


O reconhecimento de uma sociedade cada vez mais tecnológica deve ser acompanhado da
conscientização da necessidade de incluir nos currículos escolares as habilidades e competências
para lidar com as novas tecnologias. No contexto de uma sociedade do conhecimento, a educação
exige uma abordagem diferente em que o componente tecnológico não pode ser ignorado.
As novas tecnologias e o aumento exponencial da informação levam a uma nova
organização de trabalho, em que se faz necessário: a imprescindível especialização dos saberes; a
colaboração transdisciplinar e interdisciplinar; o fácil acesso à informação e a consideração do
conhecimento como um valor precioso, de utilidade na vida econômica.
Diante disso, um novo paradigma está surgindo na educação e o papel do professor, frente
às novas tecnologias, será diferente. Com as novas tecnologias pode-se desenvolver um conjunto
de atividades com interesse didático-pedagógico, como: intercâmbios de dados científicos e
culturais de diversa natureza; produção de texto em língua estrangeira; elaboração de jornais
inter-escolas, permitindo desenvolvimento de ambientes de aprendizagem centrados na atividade
dos alunos, na importância da interação social e no desenvolvimento de um espírito de
colaboração e de autonomia nos alunos.
O professor, neste contexto de mudança, precisa saber orientar os educandos sobre onde
colher informação, como tratá-la e como utilizá-la. Esse educador será o encaminhador da
autopromoção e o conselheiro da aprendizagem dos alunos, ora estimulando o trabalho
individual, ora apoiando o trabalho de grupos reunidos por área de interesses.
A qualidade da educação, geralmente centradas nas inovações curriculares e didáticas, não
pode se colocar à margem dos recursos disponíveis para levar adiante as reformas e inovações em
matéria educativa, nem das formas de gestão que possibilitam sua implantação. A incorporação
das novas tecnologias como conteúdos básicos comuns é um elemento que pode contribuir para
uma maior vinculação entre os contextos de ensino e as culturas que se desenvolvem fora do
âmbito escolar.
Frente a esta situação, as instituições educacionais enfrentam o desafio não apenas de
incorporar as novas tecnologias como conteúdos do ensino, mas também reconhecer e partir das
concepções que as crianças têm sobre estas tecnologias para elaborar, desenvolver e avaliar
práticas pedagógicas que promovam o desenvolvimento de uma disposição reflexiva sobre os
conhecimentos e os usos tecnológicos.
A sociedade atual passa por profundas mudanças caracterizadas por uma profunda
valorização da informação. Na chamada Sociedade da Informação, processos de aquisição do
conhecimento assumem um papel de destaque e passam a exigir um profissional crítico, criativo,
com capacidade de pensar, de aprender a aprender, de trabalhar em grupo e de se conhecer como
indivíduo. Cabe a educação formar esse profissional e para isso, esta não se sustenta apenas na
instrução que o professor passa ao aluno, mas na construção do conhecimento pelo aluno e no
desenvolvimento de novas competências, como: capacidade de inovar, criar o novo a partir do
conhecido, adaptabilidade ao novo, criatividade, autonomia, comunicação. É função da escola,
hoje, preparar os alunos para pensar, resolver problemas e responder rapidamente às mudanças
contínuas.
Com as Novas Tecnologias da Informação abrem-se novas possibilidades à educação,
exigindo uma nova postura do educador. Com a utilização de redes telemáticas na educação,
pode-se obter informações nas fontes, como centros de pesquisa, Universidades, Bibliotecas, permitindo
trabalhos em parceria com diferentes escolas; conexão com alunos e professores a qualquer hora e local,
favorecendo o desenvolvimento de trabalhos com troca de informações entre escolas, estados e países,
através de cartas, contos, permitindo que o professor trabalhe melhor o desenvolvimento do conhecimento.
O acesso às redes de computadores interconectadas à distância permitem que a
aprendizagem ocorra freqüentemente no espaço virtual, que precisa ser inserido às práticas
pedagógicas. A escola é um espaço privilegiado de interação social, mas este deve interligar-se e
integrar-se aos demais espaços de conhecimento hoje existentes e incorporar os recursos
tecnológicos e a comunicação via redes, permitindo fazer as pontes entre conhecimentos se
tornando um novo elemento de cooperação e transformação. A forma de produzir, armazenar e
disseminar a informação está mudando; o enorme volume de fontes de pesquisas são abertos aos
alunos pela Internet, bibliotecas digitais em substituição às publicações impressas e os cursos à
distância, por videoconferências ou pela Internet.
A formação de professores para essa nova realidade tem sido crítica e não tem sido
privilegiada de maneira efetiva pelas políticas públicas em educação nem pelas Universidades. As
soluções propostas inserem-se, principalmente, em programas de formação de nível de pósgraduação
ou, como programas de qualificação de recursos humanos. O perfil do profissional de
ensino é orientado para uma determinada “especialização”, mesmo por que, o tempo necessário
para essa apropriação não o permite. Como resultado, evidencia-se a fragilidade das ações e da
formação, refletidas também através dos interesses econômicos e políticos. (Costa e Xexéo,1997).
O objetivo de introduzir novas tecnologias na escola é para fazer coisas novas e
pedagogicamente importantes que não se pode realizar de outras maneiras. O aprendiz, utilizando
metodologias adequadas, poderá utilizar estas tecnologias na integração de matérias estanques. A
escola passa a ser um lugar mais interessante que prepararia o aluno para o seu futuro. A
aprendizagem centra-se nas diferenças individuais e na capacitação do aluno para torná-lo um
usuário independente da informação, capaz de usar vários tipos de fontes de informação e meios
de comunicação eletrônica.
Às escolas cabe a introdução das novas tecnologias de comunicação e conduzir o processo
de mudança da atuação do professor, que é o principal ator destas mudanças, capacitar o aluno a
buscar corretamente a informação em fontes de diversos tipos. É necessário também,
conscientizar toda a sociedade escolar, especialmente os alunos, da importância da tecnologia
para o desenvolvimento social e cultural.
O salto de qualidade utilizando novas tecnologias poderá se dar na forma de trabalhar o
currículo e através da ação do professor, além de incentivar a utilização de novas tecnologias de
ensino, estimulando pesquisas interdisciplinares adaptadas à realidade brasileira. As mais
avançadas tecnologias poderão ser empregadas para criar, experimentar e avaliar produtos
educacionais, cujo alvo é avançar um novo paradigma na Educação, adequado à sociedade de
informação para redimensionar os valores humanos, aprofundar as habilidades de pensamento e
tornar o trabalho entre mestre e alunos mais participativo e motivante.
A integração do trabalho com as novas tecnologias no currículo, como ferramentas, exige
uma reflexão sistemática acerca de seus objetivos, de suas técnicas, dos conteúdos escolhidos, das
grandes habilidades e seus pré-requisitos, enfim, ao próprio significado da Educação.
Com as novas tecnologias, novas formas de aprender, novas competências são exigidas,
novas formas de se realizar o trabalho pedagógico são necessárias e fundamentalmente, é
necessário formar continuamente o novo professor para atuar neste ambiente telemático, em que a
tecnologia serve como mediador do processo ensino-aprendizagem.
Por:Luis Paulo Leopoldo Mercadoirei, este trecho que achei mais importante ele é da unversidade de alagoas, professor o texto está em Pdf no gooogle academico.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Certezas Provisórias

* Novas mudanças vão exigir uma formação sobre as novas tecnologias;
* Já não serão mais os mesmos os professores que atuaram no futuro, os que ainda ignoram os avanços científicos, assim como a evolução da tecnologia;
* O professor tem medo de ser privado pela própria Instituição de Ensino, e não ter a possibilidade de trabalhar em sala de aula com as ferramentas que a tecnologia oferece.

CERTEZAS PROVISÓRIAS

*Os professores tem medo de mexer no computador, e trabalhar com coisas novas.
*As novas tecnologias afastam o professor da sala de informática, se não tiver junto, um especialista no assunto, ajudando-o.

domingo, 19 de abril de 2009

OBJETIVO:

* Mostrar a importância da capacitação, em atualizar-se digitalmente como professor, sendo que o avanço da tecnologia não para e as crianças aprendem junto com ela.

sábado, 18 de abril de 2009

SOFTWARE DE AUTORIA: MULTIMÍDIA VISUAL CLASS

SOFTWARE DE AUTORIA APOIANDO A APRENDIZAGEM

KASIM, Valéria Mattos – SME CURITIBA
valeriakasim@hotmail.com
SILVA, Ottilia Marcacci Ribeiro da – PUCPR
omarcacci@hotmail.com
Achei este artigo muito interessante por que ele relata a experiência realizada numa Escola Municipal de Ensino Fundamental no estado de Curitiba, com alunos do 1º ao 5º ano, com o objetivo de trabalhar os conteúdos pedagógicos e as dificuldades dos alunos de uma forma mais criativa e prazerosa utilizando o software de autoria, multimídia Visual Class. Como também é enfatizada a necessidade do professor buscar novas informações e de se atualizar constantemente, sendo está uma questão que envolve nosso projeto, no PA Ensino e Aprendizagem no Mundo Digital.
As autoras relatam que por meio do projeto realizado, foi possível verificar como as novas tecnologias de comunicação e informação, podem ser utilizadas em atividades escolares, deixando evidente que a inclusão digital, realizada em ambiente escolar, não se resume exclusivamente ao aprendizado da informática, mas sim, como um novo recurso de apoio ao processo ensino-aprendizagem, promovendo a construção do conhecimento e relações inter-pessoais.
A multimídia como se sabe, é a culminação de todas as formas preliminares de comunicação. É a única tecnologia que integra áudio, vídeo, imagens estáticas, textos e interação.
O software de autoria foi criado por um desenvolvedor chamado Celso Tatizana. A primeira versão denominou-se Visual Class 1.0. Logo este software, entrou no mercado tecnológico e foi sendo aprimorado. E a vantagem deste software e que o diferencia dos demais é a grande facilidade de uso e a possibilidade do professor ser o autor de suas criações tornando a ferramenta interessante, tanto para os educadores como também, para os alunos que podem utilizá-la para desenvolver suas próprias criações. O software de autoria é um programa que permite ao professor criar situações de aprendizagem e o educando pode interagir mutuamente. Sendo esta uma nova visão de ensinar e de aprender.
E segundo as autoras: “...os dispositivos tecnológicos podem auxiliar o educador, principalmente no processo cognitivo e na criação coletiva. Pois, há uma ânsia dos alunos para o fortalecimento e utilização de diversas mídias, uma vez que os mesmo são bombardeados por elas o tempo todo, assim o educador pode buscar novas formas de utilizá-las e integrá-las de forma colaborativa e criativa.”( p.9 )

sexta-feira, 17 de abril de 2009

INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: VANTAGENS
E EMPECILHOS
Cristine Isabel SIMÃO*
Mariná Holzmann RIBAS**
Adentramos o século XXI com a certeza de que o
conhecimento será a principal fonte de riqueza do homem,
cercada pelas altas tecnologias de informação e comunicação.
Não poderíamos deixar de dizer que as tecnologias,
dentre elas o computador, chegaram à educação, mesmo
que ainda de forma suave. O presente trabalho relata uma
investigação sobre as vantagens e os empecilhos do uso
do computador na educação, verificando que, apesar de a
jornada da informática na educação não ser insipiente,
há muito que fazer. O trabalho nos aponta outro viés pelo
qual a informática na educação deverá ter suas atenções
redobradas, que é a formação do professor, uma formação
que precisa despontar para novos caminhos de uso pedagógico
do computador, num processo de mudanças de
paradigmas, rompendo barreiras. As experiências realizadas
e relatadas pelos professores neste trabalho nos dão a
esperança de que os diferentes usos do computador na
educação possam vir a ser uma ferramenta poderosa à disposição
dos professores, porque as vantagens do seu uso
são imensas. As experiências se mostram favoráveis, mesmo
diante de inúmeras dificuldades, e o desejo de mudar
está dentro de cada um desses profissionais, que buscam
incansavelmente novas formas de ensinar e também de
aprender, dando vida à educação. Diante da realidade
relatada, alguns caminhos podem ser apontados como possíveis
mudanças, com a finalidade de contribuir para que
a informática na educação tenha um lugar de destaque
dentro das nossas escolas públicas.
http://www.revistas.uepg.br/index.php?journal=olhardeprofessor&page=article&op=viewFile&path%5B%5D=782&path%5B%5D=584 foi retirado desta pagina, achei o artigo super imporatante.
Tecnologia, Educação e Mudanças
Matérias relacionadas

A Microsoft Educação apóia a pesquisa sobre o uso de computadores individuais em ambientes de aprendizagem. A utilização da tecnologia tem a função de suplementar o que a Microsoft já faz, promovendo assim, reformas na educação por meio da inovação.
A aprendizagem Um para Um prevê a utilização do ClassMate PC em todas as áreas do conhecimento e também a sua utilização em casa para que o aluno possa ter um espaço para a aprendizagem e envolvimento da família.
Acredita-se que, utilizando a nova metodologia de Ensino Um para Um o aluno poderá ter maior oportunidade de desenvolver suas competências além de ter a possibilidade de aprender em qualquer lugar e a qualquer momento, pela mobilidade que esta ferramenta permite.
Por meio dos Projetos-piloto é possível perceber que os alunos conseguem trabalhar muito melhor em conjunto, principalmente à distância. O tempo de aprendizagem de ferramentas computacionais pode reduzido por conta do maior contato que os estudantes têm com o computador.

Fundação Bradesco

A escola de Campinas da Fundação Bradesco, em São Paulo, comemora o sucesso do primeiro ano da chegada dos ClassMate PCs, em agosto de 2007. Nesta escola, inicialmente foram utilizadas cinqüenta unidades desses laptops da Intel e alcançaram 120 alunos. Já na segunda fase do projeto, a Fundação trabalhará com 600 ClassMate PCs atingindo aproximadamente mil e duzentos alunos e ainda professores. Por meio deste instrumento didático, há a integração de diversas tecnologias para a colaboração dentro e fora da sala de aula.
Para adaptar-se bem ao novo processo, os professores foram treinados para a utilização do novo recurso e para a utilização dos 200 Objetos de Aprendizagem, desenvolvidos pelo Microsoft IT Academy Center. Os Objetos de Aprendizagem são animações criadas para servir como ferramenta pedagógica para o professor.

Educação Municipal de Araxá
As escolas Leonilda Montandon (CAIC) e Auxiliadora Paiva da rede municipal de Araxá, Minas Gerais também participam, desde o início de agosto de 2007, do projeto piloto da Aprendizagem Um para Um.
A metodologia que já é usada pelas escolas e pela Secretaria desde 2000, na parceria com o Programa Sua Escola a Dois Mil por Hora, iniciativa Microsoft e Instituto Ayrton Senna, tem a expectativa de beneficiar cerca de 120 alunos do Ensino Fundamental II.
Para a utilização da ferramenta ClassMate PC com maior eficácia, professores, gestores e a equipe técnica da Secretaria de Educação terão aulas presenciais e à distância, além da criação de uma comunidade de aprendizagem (à distância), para que todos possam discutir, compartilhar e avaliar resultados do projeto.
A introdução deste projeto só foi possível graças à parceria da Microsoft, Intel e Instituto Ayrton Senna e o apoio da Prefeitura Municipal e da Secretária de Educação de Araxá.
Pela primeira vez uma rede municipal de ensino se propôs a adotar esse projeto. O objetivo é perceber os resultados e os impactos na aprendizagem dos alunos, visando a futura implantação do projeto na rede, atendendo assim, todas as oito escolas do município.

Escola Lumiar

Em 09 de agosto de 2007, a escola Lumiar em São Paulo e de Lageado, em Santo Antonio do Pinhal, uma das doze escolas inovadoras do Programa Escolas Inovadoras da Microsoft, receberam 40 unidades de ClassMate PCs perfeitamente configurados e prontos para o manuseio das crianças.
A chegada das novas ferramentas tem por objetivo potencializar as experiências de aprendizagem do aluno que terá o ClassMate PC, da Intel, como um recurso a mais para desenvolver e participar dos projetos via uso da tecnologia.
“Eu acho que a possibilidade de aliar a tecnologia ao processo educacional da Lumiar vai ser muito interessante. A Lumiar é uma escola muito diferente, com uma proposta pedagógica própria e que cabe o uso da tecnologia. Nós trabalhamos com projetos e a tecnologia vem como um parceiro” – aponta Cacau Lopes, sobre as vantagens da chegada dos laptops.
A metodologia da Escola Lumiar é diferenciada devido à composição do seu currículo, chamado Mosaico. Ele consiste na escolha do aluno na hora de definir por qual caminho ele vai percorrer por meio da seleção de diferentes projetos que são oferecidos e orientados por Mestres, chegando assim ao conhecimento.
A experiência inovadora do currículo Mosaico poderá ser um exemplo para escolas públicas e particulares de como os processos de ensino-aprendizagem podem ser repensados e como a tecnologia pode viabilizar as diferentes experiências.
Assim como nas outras escolas que já desfrutam dessa nova ferramenta, os gestores, educadores, mestres e estagiários da Escola Lumiar também terão formação presencial e à distância.
Os profissionais que obtiverem a formação multiplicarão o que aprenderam a seus pares e falarão sobre suas experiências de ensino. Para que todos possam discutir, compartilhar e avaliar resultados do projeto esta experiência de formação assim como, as atividades realizadas por mestres, educadores e alunos serão organizadas e desenvolvidas em ambiente virtual de aprendizagem - o Learning Gateway - da Microsoft.

Reportagem: Joana Mendes Fotos: Fundação Bradesco - Arquivo pessoal Secretaria de Araxá: Arquivo pessoal Escola Lumiar: Isabel de Almeida

http://www.microsoft.com/brasil/educacao/parceiro/classmate_rotina.mspx#top

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Meios de Inclusão da Sociedade e da Tecnologia Digital

SOCIEDADE E TECNOLOGIA DIGITAL: entre incluir ou ser incluída

Surge cada vez com mais força, no contexto das organizações da sociedade civil, a idéia de levar a tecnologia digital ao alcance da sociedade. Geralmente desenvolvidas através de cursos para pessoas de baixa renda, essas iniciativas se fizeram conhecidas pelo nome de inclusão digital, sendo pensadas e implementadas diante da constatação de uma desigualdade social e econômica que será agravada se não contemplar uma parcela significativa da sociedade no contexto das novas tecnologias de informação e comunicação. O que esses projetos possibilitam, portanto, na medida de suas possibilidades, é a diminuição das disparidades sociais entre aqueles que têm acesso a essa tecnologia e aqueles que passam a ter acesso não só à informática, como também à Internet.
Da inclusão digital ao direito de comunicar

Carecemos, portanto, de um conceito de inclusão digital mais amplo, que proporcione uma dimensão social e política para o papel que a tecnologia representa para a sociedade, visando “fomentar o exercício da cidadania, para dar voz às comunidades e setores que normalmente não têm acesso à grande mídia e para apoiar a organização e o adensamento da malha de relações comunicativas entre os atores da sociedade civil que constituem a Esfera Pública” (SAMPAIO, 2003). Este processo implicaria numa reorientação estratégica de posicionamento em relação ao que costumeiramente constitui o propósito dos projetos de inclusão digital, pois, ao invés de serem apresentados a um conhecimento já acabado sobre o que a tecnologia digital possibilita, a sociedade ela mesma deveria manifestar suas demandas em relação aos benefícios que as tecnologias podem proporcionar, tornando-se assim, sujeitas do processo de inclusão digital, afirmando sua cultura e, por conseguinte, sua cidadania.

- Este texto pode ser relacionado a proposta do nosso Projeto, de que os professores e as demais pessoas precisam atualizar-se para que não sejam excluídas pelas tecnologias. Cabe a cada pessoa decedir se quer estar incluida digitalmente, ou fazer parte dos excluídos.

http://www.comunicacao.pro.br/artcon/includig.htm

quarta-feira, 8 de abril de 2009

A realidade do mundo digital




"Desenvolver habilidades digitais e conversar no meio real".

As escritoras Evelyn e Susana contaram com profissionais e adolescente na elaboração do livro sobre jovens. Sendo um guia de orientação sobre geração digital para pais e professores.

O livro Geração Digital, teve como temática a incorporação de novas tecnologia no cotidiano de crianças e adolescentes. As autoras são médicas pediatras especialistas em adolescentes Susana Graciela Bruno Estefenon e Evelyn Eisenstein.

A reportagem fala sobre saúde, que se usar demais as tecnologias pode causar danos físicos, na audição, visão, cefaléias, dores musculares e responde várias perguntas, numa delas Susana diz "É aconcelhável que uma criança ou adolescente não passe mais de duas horas por dia na frente de computador, videogame ou televisão".

O livro também propõe uma reflexão sobre os efeitos positivos e negativos que o uso das tecnologias digitais causam nos jovens.

http://www.gruposinos.com.br/vp/viver/ acesso em: 02/04/09 23:06

terça-feira, 7 de abril de 2009

O AVANÇO DA ROBÓTICA

Imagens do site: http://tecnologia.uol.br/album/robo_CB2_album.jhtm?abrefoto=1
A tecnologia está tão avançada, que a robótica já não é mais novidade, mas estas imagens surpreenderam-me.
O robô criança CB2 é um exemplo do desenvolvimento de robôs que interagem com humanos a partir de reconhecimento de expressões do rosto, como a relação mãe-bebê, conta Minoru Asada, professor da Universidade de Osaka, no Japão.














Equipado com 51 ar compressores, 5 motores e 197 sensores táteis sob uma pele de silicone.















O robô criança é ensinado a pensar como um bebê que analisa as expressões faciais das mães e pode classificá-las como alegria e tristeza por exemplo.
Minoru Asada, apresenta o robô criança com 1,3 metros e 33 quilos. O robô é conhecido como “ Child-robot with Biomimetic Body” ou CB2.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Sobre a formação tecnologica de Professores

Tecnologia e formação de professores: Rumo a uma pedagogia pós-moderna?
Maria Luiza Belloni*


RESUMO: A partir da discussão dos controvertidos conceitos de modernidade e pós-modernidade, este texto busca destacar os ideais e as conquistas da sociedade moderna em dois campos cada vez mais complementares no processo de socialização das novas gerações: a educação e a comunicação. Considerando a crescente importância do fenômeno comunicacional na sociedade atual, globalizada e tecnificada, a educação é chamada a constituir-se em espaço de mediação entre a criança e um meio ambiente povoado de máquinas cada vez mais "inteligentes". Tendo como eixo teórico a integração - necessária e inelutável - ao campo educacional, das novas tecnologias de comunicação e de informatização, a autora tenta delinear alguns caminhos para a formação de professores numa perspectiva inovadora, indispensável para a melhoria da qualidade da escola do presente e do futuro. Palavras-chave: Formação de professores, tecnologia e educação, comunicação educacional, pós-modernidade, inovação pedagógica.

http://www.scielo.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/

Belloni, Maria Luiza. Tecnologia e formação de professores: Rumo a uma pedagogia pós-moderna? . Educ. Soc., Dez 1998, vol.19, no.65, p.143-162. ISSN 0101-7330

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Um ensino melhor.

Nós como professores e alunos devemos auxiliar este colegas que não estão adptados a tecnologia , ou os que não tem informação sobre ela.
As crianças precisam de aulas divertidas para aprender, tem professores que não gostam de dar um data show, pois as crianças não vão prestar atenção, mais eles estam muito enganados isto serve como disculpa para não dar pois leva um tempo para fazer e como eles não estam abituados a modernidade eles colocam a culpa nas crianças.
As crianças de hoje entende muito melhor de computador do os próprios pais, nossas crianças estam mais espertas, isso é um sinal maravilhoso pois eles estam com sede de aprender e é isso que devemos levar em conta.
Então deixo um recados aos propfessores que não "gostam" de tecnologia:
Vamos deixar de ser caretas e vamos com a tecnologia para o que der e vir.
Abraço.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A falta de capacitação dos professores sobre as tecnologias presentes no dia-a-dia , principalmente de professores que já se formaram a algum tempo, e que já atuam na área levanta uma série de dúvidas sobre o que poderia ser feito para que estes professores se atualizem e procurem saber mais sobre o assunto.

DÚVIDAS TEMPORARIAS:

* Será que os professores procurar fazer cursos que trabalham e explicam sobre novas tecnologias?

* Será que o professor está sendo realmente preparado para o uso das novas tecnologias?

* Novas mudanças não exigiram também uma formação sobre os avanços tecnologicos?

* A formação de novos professores que atuarão num futuro próximo, serão os que ainda ignoram os avanços científicos ? Assim como à evolução tecnologica que podem ser usadas para a e
ducação? Ou serão professores atualizados que não temem aos avanços?

* E mesmo que o professor passará a ser um profissional atualizado, isto será o suficiente para que educação sobre as tecnologica ocorra, ou serão várias as desculpas para o não cumprimento das informação e do ensino-aprendizado sobre os avanços científicos?

domingo, 29 de março de 2009

Projeto: Professores sem formação tecnológica

O QUE SERÁ QUE PODEMOS FAZER PARA QUE OS PROFESSORES VOLTEM A PENSAR EM SUA CAPACITAÇÃO, EM ATUALIZAR-SE, PRINCIPALMENTE NAS QUESTÕES QUE DIZ RESPEITO ÀS NOVAS TECNOLOGIAS?

Como qualquer outro ser humano, nós professores nunca aprendemos tudo e, muitas vezes até aprendemos com nossos alunos, eles são crianças e estas aprendem muito rápido em questão às novas tecnologias. As crianças não tem "medo" de mexer, como nós adultos, uma por medo de estragar eoutra por medo de quebrar o aparelho.
Mas, as novas tecnologias, e podemos sempre falar em "novas" pois cada vez avançam mais nesta questão. Neste caso, os professores não podem parar no tempo, pois assim as aulas se tornam monótonas, em um mundo tecnológico que anda a mil e a maioria das crianças conhecem.

sábado, 28 de março de 2009

Oi colegas!! Tudo ok? Como q funciona? Todas já estão no blog? Bjos!!!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Oi Colegas.
Olá!!!!!!!!!!!!!!
Tudo certinho.