segunda-feira, 27 de abril de 2009
INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA
Sheila Denize Guimarães, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Mônica Vasconcellos, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
ALGUMAS CONCLUSÕES
Nossa concepção sobre a integração da tecnologia na prática pedagógica dos professores, quaisquer que sejam eles, não coaduna com a idéia de se obter resultados consistentes ao término de um ano. Acreditamos, como dissemos anteriormente, que esse é um trabalho de crescimento conjunto, de idas e vindas, mas que, se realizado com verdadeiro significado, construído conjuntamente, os resultados passarão a fazer, de fato, parte dos conhecimentos do professor, ou seja, o professor terá incorporado mais uma disponível para a realização de sua tarefa pedagógica. Assim sendo, não temos, ao final de um ano de trabalho, resultados definitivos, porém, a análise de todo o trabalho desenvolvido mostra que vários avanços aconteceram, tanto no sentido da prática de um trabalho colaborativo dentro do grupo quanto no sentido de desvendar algumas questões sobre a informática aplicada à Educação Matemática. A seguir, apresentamos, uma síntese dos principais resultados obtidos.
Espírito de grupo / Desejo de manter o grupo unido
O sentimento de fazer parte de um grupo começou a ser construído logo nos primeiros encontros, quando os professores expuseram os problemas que vivenciavam nas escolas, no que se refere à integração da tecnologia e decidiram discutir esses problemas com todos os participantes. Isso porque os problemas evidenciados, de modo geral, não se restringiam a um nível de ensino específico. Entretanto, no caso de problemas específicos a um determinado nível houve a manifestação de que talvez a discussão desses problemas possibilitasse à aprendizagem daqueles que atuam em outro nível.
Momentos de colaboração / Indícios de integração
Ao longo dos encontros percebemos alguns momentos de colaboração, em especial naqueles destinados a exploração do LOGO. Foi dada uma rápida explicação sobre o software e, a partir de então o grupo começou a trabalhar de forma livre; não se tratava de um curso sobre o uso do software. Cada vez que um participante tinha uma dúvida ou se sentia bloqueado diante de uma dificuldade, ele procurava outra pessoa para discutir. Além disso, à medida que algum participante fazia um questionamento acerca das possibilidades de uso desse software ou a respeito de alguma descoberta, boa parte dos envolvidos sentia-se instigado a descobrir essas e novas possibilidades, a explorar as ferramentas e à confrontar essa experiência ao trabalho que poderiam realizar com seus alunos em suas respectivas escolas, tendo em vista o ensino e a aprendizagem da Geometria. Além disso, duas professoras tomaram a iniciativa de desenvolver, com seus alunos, uma aula fazendo o uso do LOGO. Para tanto, preparam algumas atividades e expuseram ao grupo o que haviam planejado e o que haviam realizado. O grupo fez alguns questionamentos e deu novas sugestões para ampliar o trabalho. As reflexões realizadas ao longo de todo o trabalho desenvolvido durante o ano de 2007 indicam que foi despertada em todos a vontade de explorar de forma crítica a tecnologia para que, de fato, ela possa constituir um instrumento a mais a ser incorporado na prática pedagógica do professor. Na avaliação feita ao final do ano, todos manifestaram contentamento com o que foi desenvolvido e também interesse no prosseguimento da pesquisa. Parece-nos que uma primeira parte, fundamental para o trabalho proposto, foi cumprida: a constituição de um grupo de pesquisa-ação, que trabalha em colaboração e que chegou a certo entendimento sobre o significado e interesse sobre o uso da tecnologia na educação. Agora temos uma outra parte, que consideramos crucial para atingir o objetivo pretendido: a realização das idas e vindas entre as reflexões do grupo e as ações a serem desenvolvidas em sala de aula. A essa parte nos dedicaremos nesse ano de 2008.
http://www.limc.ufrj.br/htem4/papers/52.pdf Acesso em 26/04/09.
JUSTIFICATIVA
Vamos tentar mostrar em nosso blog que todos os professores precisam se atualizar para que a escola não fique tão chata, como ouvimos alguns alunos falarem. Gostaríamos de ajuda-los dessa forma, mostrando que é muito divertido dar aula com a ajuda da tecnologia.
domingo, 26 de abril de 2009
Formação docente e novas tecnologias
O reconhecimento de uma sociedade cada vez mais tecnológica deve ser acompanhado da
conscientização da necessidade de incluir nos currículos escolares as habilidades e competências
para lidar com as novas tecnologias. No contexto de uma sociedade do conhecimento, a educação
exige uma abordagem diferente em que o componente tecnológico não pode ser ignorado.
As novas tecnologias e o aumento exponencial da informação levam a uma nova
organização de trabalho, em que se faz necessário: a imprescindível especialização dos saberes; a
colaboração transdisciplinar e interdisciplinar; o fácil acesso à informação e a consideração do
conhecimento como um valor precioso, de utilidade na vida econômica.
Diante disso, um novo paradigma está surgindo na educação e o papel do professor, frente
às novas tecnologias, será diferente. Com as novas tecnologias pode-se desenvolver um conjunto
de atividades com interesse didático-pedagógico, como: intercâmbios de dados científicos e
culturais de diversa natureza; produção de texto em língua estrangeira; elaboração de jornais
inter-escolas, permitindo desenvolvimento de ambientes de aprendizagem centrados na atividade
dos alunos, na importância da interação social e no desenvolvimento de um espírito de
colaboração e de autonomia nos alunos.
O professor, neste contexto de mudança, precisa saber orientar os educandos sobre onde
colher informação, como tratá-la e como utilizá-la. Esse educador será o encaminhador da
autopromoção e o conselheiro da aprendizagem dos alunos, ora estimulando o trabalho
individual, ora apoiando o trabalho de grupos reunidos por área de interesses.
A qualidade da educação, geralmente centradas nas inovações curriculares e didáticas, não
pode se colocar à margem dos recursos disponíveis para levar adiante as reformas e inovações em
matéria educativa, nem das formas de gestão que possibilitam sua implantação. A incorporação
das novas tecnologias como conteúdos básicos comuns é um elemento que pode contribuir para
uma maior vinculação entre os contextos de ensino e as culturas que se desenvolvem fora do
âmbito escolar.
Frente a esta situação, as instituições educacionais enfrentam o desafio não apenas de
incorporar as novas tecnologias como conteúdos do ensino, mas também reconhecer e partir das
concepções que as crianças têm sobre estas tecnologias para elaborar, desenvolver e avaliar
práticas pedagógicas que promovam o desenvolvimento de uma disposição reflexiva sobre os
conhecimentos e os usos tecnológicos.
A sociedade atual passa por profundas mudanças caracterizadas por uma profunda
valorização da informação. Na chamada Sociedade da Informação, processos de aquisição do
conhecimento assumem um papel de destaque e passam a exigir um profissional crítico, criativo,
com capacidade de pensar, de aprender a aprender, de trabalhar em grupo e de se conhecer como
indivíduo. Cabe a educação formar esse profissional e para isso, esta não se sustenta apenas na
instrução que o professor passa ao aluno, mas na construção do conhecimento pelo aluno e no
desenvolvimento de novas competências, como: capacidade de inovar, criar o novo a partir do
conhecido, adaptabilidade ao novo, criatividade, autonomia, comunicação. É função da escola,
hoje, preparar os alunos para pensar, resolver problemas e responder rapidamente às mudanças
contínuas.
Com as Novas Tecnologias da Informação abrem-se novas possibilidades à educação,
exigindo uma nova postura do educador. Com a utilização de redes telemáticas na educação,
pode-se obter informações nas fontes, como centros de pesquisa, Universidades, Bibliotecas, permitindo
trabalhos em parceria com diferentes escolas; conexão com alunos e professores a qualquer hora e local,
favorecendo o desenvolvimento de trabalhos com troca de informações entre escolas, estados e países,
através de cartas, contos, permitindo que o professor trabalhe melhor o desenvolvimento do conhecimento.
O acesso às redes de computadores interconectadas à distância permitem que a
aprendizagem ocorra freqüentemente no espaço virtual, que precisa ser inserido às práticas
pedagógicas. A escola é um espaço privilegiado de interação social, mas este deve interligar-se e
integrar-se aos demais espaços de conhecimento hoje existentes e incorporar os recursos
tecnológicos e a comunicação via redes, permitindo fazer as pontes entre conhecimentos se
tornando um novo elemento de cooperação e transformação. A forma de produzir, armazenar e
disseminar a informação está mudando; o enorme volume de fontes de pesquisas são abertos aos
alunos pela Internet, bibliotecas digitais em substituição às publicações impressas e os cursos à
distância, por videoconferências ou pela Internet.
A formação de professores para essa nova realidade tem sido crítica e não tem sido
privilegiada de maneira efetiva pelas políticas públicas em educação nem pelas Universidades. As
soluções propostas inserem-se, principalmente, em programas de formação de nível de pósgraduação
ou, como programas de qualificação de recursos humanos. O perfil do profissional de
ensino é orientado para uma determinada “especialização”, mesmo por que, o tempo necessário
para essa apropriação não o permite. Como resultado, evidencia-se a fragilidade das ações e da
formação, refletidas também através dos interesses econômicos e políticos. (Costa e Xexéo,1997).
O objetivo de introduzir novas tecnologias na escola é para fazer coisas novas e
pedagogicamente importantes que não se pode realizar de outras maneiras. O aprendiz, utilizando
metodologias adequadas, poderá utilizar estas tecnologias na integração de matérias estanques. A
escola passa a ser um lugar mais interessante que prepararia o aluno para o seu futuro. A
aprendizagem centra-se nas diferenças individuais e na capacitação do aluno para torná-lo um
usuário independente da informação, capaz de usar vários tipos de fontes de informação e meios
de comunicação eletrônica.
Às escolas cabe a introdução das novas tecnologias de comunicação e conduzir o processo
de mudança da atuação do professor, que é o principal ator destas mudanças, capacitar o aluno a
buscar corretamente a informação em fontes de diversos tipos. É necessário também,
conscientizar toda a sociedade escolar, especialmente os alunos, da importância da tecnologia
para o desenvolvimento social e cultural.
O salto de qualidade utilizando novas tecnologias poderá se dar na forma de trabalhar o
currículo e através da ação do professor, além de incentivar a utilização de novas tecnologias de
ensino, estimulando pesquisas interdisciplinares adaptadas à realidade brasileira. As mais
avançadas tecnologias poderão ser empregadas para criar, experimentar e avaliar produtos
educacionais, cujo alvo é avançar um novo paradigma na Educação, adequado à sociedade de
informação para redimensionar os valores humanos, aprofundar as habilidades de pensamento e
tornar o trabalho entre mestre e alunos mais participativo e motivante.
A integração do trabalho com as novas tecnologias no currículo, como ferramentas, exige
uma reflexão sistemática acerca de seus objetivos, de suas técnicas, dos conteúdos escolhidos, das
grandes habilidades e seus pré-requisitos, enfim, ao próprio significado da Educação.
Com as novas tecnologias, novas formas de aprender, novas competências são exigidas,
novas formas de se realizar o trabalho pedagógico são necessárias e fundamentalmente, é
necessário formar continuamente o novo professor para atuar neste ambiente telemático, em que a
tecnologia serve como mediador do processo ensino-aprendizagem.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Certezas Provisórias
* Já não serão mais os mesmos os professores que atuaram no futuro, os que ainda ignoram os avanços científicos, assim como a evolução da tecnologia;
* O professor tem medo de ser privado pela própria Instituição de Ensino, e não ter a possibilidade de trabalhar em sala de aula com as ferramentas que a tecnologia oferece.
CERTEZAS PROVISÓRIAS
*As novas tecnologias afastam o professor da sala de informática, se não tiver junto, um especialista no assunto, ajudando-o.
domingo, 19 de abril de 2009
OBJETIVO:
sábado, 18 de abril de 2009
SOFTWARE DE AUTORIA: MULTIMÍDIA VISUAL CLASS
KASIM, Valéria Mattos – SME CURITIBA
valeriakasim@hotmail.com
SILVA, Ottilia Marcacci Ribeiro da – PUCPR
omarcacci@hotmail.com
Achei este artigo muito interessante por que ele relata a experiência realizada numa Escola Municipal de Ensino Fundamental no estado de Curitiba, com alunos do 1º ao 5º ano, com o objetivo de trabalhar os conteúdos pedagógicos e as dificuldades dos alunos de uma forma mais criativa e prazerosa utilizando o software de autoria, multimídia Visual Class. Como também é enfatizada a necessidade do professor buscar novas informações e de se atualizar constantemente, sendo está uma questão que envolve nosso projeto, no PA Ensino e Aprendizagem no Mundo Digital.
As autoras relatam que por meio do projeto realizado, foi possível verificar como as novas tecnologias de comunicação e informação, podem ser utilizadas em atividades escolares, deixando evidente que a inclusão digital, realizada em ambiente escolar, não se resume exclusivamente ao aprendizado da informática, mas sim, como um novo recurso de apoio ao processo ensino-aprendizagem, promovendo a construção do conhecimento e relações inter-pessoais.
A multimídia como se sabe, é a culminação de todas as formas preliminares de comunicação. É a única tecnologia que integra áudio, vídeo, imagens estáticas, textos e interação.
O software de autoria foi criado por um desenvolvedor chamado Celso Tatizana. A primeira versão denominou-se Visual Class 1.0. Logo este software, entrou no mercado tecnológico e foi sendo aprimorado. E a vantagem deste software e que o diferencia dos demais é a grande facilidade de uso e a possibilidade do professor ser o autor de suas criações tornando a ferramenta interessante, tanto para os educadores como também, para os alunos que podem utilizá-la para desenvolver suas próprias criações. O software de autoria é um programa que permite ao professor criar situações de aprendizagem e o educando pode interagir mutuamente. Sendo esta uma nova visão de ensinar e de aprender.
E segundo as autoras: “...os dispositivos tecnológicos podem auxiliar o educador, principalmente no processo cognitivo e na criação coletiva. Pois, há uma ânsia dos alunos para o fortalecimento e utilização de diversas mídias, uma vez que os mesmo são bombardeados por elas o tempo todo, assim o educador pode buscar novas formas de utilizá-las e integrá-las de forma colaborativa e criativa.”( p.9 )
sexta-feira, 17 de abril de 2009
E EMPECILHOS
Cristine Isabel SIMÃO*
Mariná Holzmann RIBAS**
Adentramos o século XXI com a certeza de que o
conhecimento será a principal fonte de riqueza do homem,
cercada pelas altas tecnologias de informação e comunicação.
Não poderíamos deixar de dizer que as tecnologias,
dentre elas o computador, chegaram à educação, mesmo
que ainda de forma suave. O presente trabalho relata uma
investigação sobre as vantagens e os empecilhos do uso
do computador na educação, verificando que, apesar de a
jornada da informática na educação não ser insipiente,
há muito que fazer. O trabalho nos aponta outro viés pelo
qual a informática na educação deverá ter suas atenções
redobradas, que é a formação do professor, uma formação
que precisa despontar para novos caminhos de uso pedagógico
do computador, num processo de mudanças de
paradigmas, rompendo barreiras. As experiências realizadas
e relatadas pelos professores neste trabalho nos dão a
esperança de que os diferentes usos do computador na
educação possam vir a ser uma ferramenta poderosa à disposição
dos professores, porque as vantagens do seu uso
são imensas. As experiências se mostram favoráveis, mesmo
diante de inúmeras dificuldades, e o desejo de mudar
está dentro de cada um desses profissionais, que buscam
incansavelmente novas formas de ensinar e também de
aprender, dando vida à educação. Diante da realidade
relatada, alguns caminhos podem ser apontados como possíveis
mudanças, com a finalidade de contribuir para que
a informática na educação tenha um lugar de destaque
dentro das nossas escolas públicas.
http://www.revistas.uepg.br/index.php?journal=olhardeprofessor&page=article&op=viewFile&path%5B%5D=782&path%5B%5D=584 foi retirado desta pagina, achei o artigo super imporatante.
Matérias relacionadas
A Microsoft Educação apóia a pesquisa sobre o uso de computadores individuais em ambientes de aprendizagem. A utilização da tecnologia tem a função de suplementar o que a Microsoft já faz, promovendo assim, reformas na educação por meio da inovação.
A aprendizagem Um para Um prevê a utilização do ClassMate PC em todas as áreas do conhecimento e também a sua utilização em casa para que o aluno possa ter um espaço para a aprendizagem e envolvimento da família.
Acredita-se que, utilizando a nova metodologia de Ensino Um para Um o aluno poderá ter maior oportunidade de desenvolver suas competências além de ter a possibilidade de aprender em qualquer lugar e a qualquer momento, pela mobilidade que esta ferramenta permite.
Por meio dos Projetos-piloto é possível perceber que os alunos conseguem trabalhar muito melhor em conjunto, principalmente à distância. O tempo de aprendizagem de ferramentas computacionais pode reduzido por conta do maior contato que os estudantes têm com o computador.
Fundação Bradesco
A escola de Campinas da Fundação Bradesco, em São Paulo, comemora o sucesso do primeiro ano da chegada dos ClassMate PCs, em agosto de 2007. Nesta escola, inicialmente foram utilizadas cinqüenta unidades desses laptops da Intel e alcançaram 120 alunos. Já na segunda fase do projeto, a Fundação trabalhará com 600 ClassMate PCs atingindo aproximadamente mil e duzentos alunos e ainda professores. Por meio deste instrumento didático, há a integração de diversas tecnologias para a colaboração dentro e fora da sala de aula.
Para adaptar-se bem ao novo processo, os professores foram treinados para a utilização do novo recurso e para a utilização dos 200 Objetos de Aprendizagem, desenvolvidos pelo Microsoft IT Academy Center. Os Objetos de Aprendizagem são animações criadas para servir como ferramenta pedagógica para o professor.
Educação Municipal de Araxá
As escolas Leonilda Montandon (CAIC) e Auxiliadora Paiva da rede municipal de Araxá, Minas Gerais também participam, desde o início de agosto de 2007, do projeto piloto da Aprendizagem Um para Um.
A metodologia que já é usada pelas escolas e pela Secretaria desde 2000, na parceria com o Programa Sua Escola a Dois Mil por Hora, iniciativa Microsoft e Instituto Ayrton Senna, tem a expectativa de beneficiar cerca de 120 alunos do Ensino Fundamental II.
Para a utilização da ferramenta ClassMate PC com maior eficácia, professores, gestores e a equipe técnica da Secretaria de Educação terão aulas presenciais e à distância, além da criação de uma comunidade de aprendizagem (à distância), para que todos possam discutir, compartilhar e avaliar resultados do projeto.
A introdução deste projeto só foi possível graças à parceria da Microsoft, Intel e Instituto Ayrton Senna e o apoio da Prefeitura Municipal e da Secretária de Educação de Araxá.
Pela primeira vez uma rede municipal de ensino se propôs a adotar esse projeto. O objetivo é perceber os resultados e os impactos na aprendizagem dos alunos, visando a futura implantação do projeto na rede, atendendo assim, todas as oito escolas do município.
Escola Lumiar
Em 09 de agosto de 2007, a escola Lumiar em São Paulo e de Lageado, em Santo Antonio do Pinhal, uma das doze escolas inovadoras do Programa Escolas Inovadoras da Microsoft, receberam 40 unidades de ClassMate PCs perfeitamente configurados e prontos para o manuseio das crianças.
A chegada das novas ferramentas tem por objetivo potencializar as experiências de aprendizagem do aluno que terá o ClassMate PC, da Intel, como um recurso a mais para desenvolver e participar dos projetos via uso da tecnologia.
“Eu acho que a possibilidade de aliar a tecnologia ao processo educacional da Lumiar vai ser muito interessante. A Lumiar é uma escola muito diferente, com uma proposta pedagógica própria e que cabe o uso da tecnologia. Nós trabalhamos com projetos e a tecnologia vem como um parceiro” – aponta Cacau Lopes, sobre as vantagens da chegada dos laptops.
A metodologia da Escola Lumiar é diferenciada devido à composição do seu currículo, chamado Mosaico. Ele consiste na escolha do aluno na hora de definir por qual caminho ele vai percorrer por meio da seleção de diferentes projetos que são oferecidos e orientados por Mestres, chegando assim ao conhecimento.
A experiência inovadora do currículo Mosaico poderá ser um exemplo para escolas públicas e particulares de como os processos de ensino-aprendizagem podem ser repensados e como a tecnologia pode viabilizar as diferentes experiências.
Assim como nas outras escolas que já desfrutam dessa nova ferramenta, os gestores, educadores, mestres e estagiários da Escola Lumiar também terão formação presencial e à distância.
Os profissionais que obtiverem a formação multiplicarão o que aprenderam a seus pares e falarão sobre suas experiências de ensino. Para que todos possam discutir, compartilhar e avaliar resultados do projeto esta experiência de formação assim como, as atividades realizadas por mestres, educadores e alunos serão organizadas e desenvolvidas em ambiente virtual de aprendizagem - o Learning Gateway - da Microsoft.
Reportagem: Joana Mendes Fotos: Fundação Bradesco - Arquivo pessoal Secretaria de Araxá: Arquivo pessoal Escola Lumiar: Isabel de Almeida
http://www.microsoft.com/brasil/educacao/parceiro/classmate_rotina.mspx#top
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Meios de Inclusão da Sociedade e da Tecnologia Digital
Surge cada vez com mais força, no contexto das organizações da sociedade civil, a idéia de levar a tecnologia digital ao alcance da sociedade. Geralmente desenvolvidas através de cursos para pessoas de baixa renda, essas iniciativas se fizeram conhecidas pelo nome de inclusão digital, sendo pensadas e implementadas diante da constatação de uma desigualdade social e econômica que será agravada se não contemplar uma parcela significativa da sociedade no contexto das novas tecnologias de informação e comunicação. O que esses projetos possibilitam, portanto, na medida de suas possibilidades, é a diminuição das disparidades sociais entre aqueles que têm acesso a essa tecnologia e aqueles que passam a ter acesso não só à informática, como também à Internet.
Da inclusão digital ao direito de comunicar
Carecemos, portanto, de um conceito de inclusão digital mais amplo, que proporcione uma dimensão social e política para o papel que a tecnologia representa para a sociedade, visando “fomentar o exercício da cidadania, para dar voz às comunidades e setores que normalmente não têm acesso à grande mídia e para apoiar a organização e o adensamento da malha de relações comunicativas entre os atores da sociedade civil que constituem a Esfera Pública” (SAMPAIO, 2003). Este processo implicaria numa reorientação estratégica de posicionamento em relação ao que costumeiramente constitui o propósito dos projetos de inclusão digital, pois, ao invés de serem apresentados a um conhecimento já acabado sobre o que a tecnologia digital possibilita, a sociedade ela mesma deveria manifestar suas demandas em relação aos benefícios que as tecnologias podem proporcionar, tornando-se assim, sujeitas do processo de inclusão digital, afirmando sua cultura e, por conseguinte, sua cidadania.
- Este texto pode ser relacionado a proposta do nosso Projeto, de que os professores e as demais pessoas precisam atualizar-se para que não sejam excluídas pelas tecnologias. Cabe a cada pessoa decedir se quer estar incluida digitalmente, ou fazer parte dos excluídos.
http://www.comunicacao.pro.br/artcon/includig.htm
quarta-feira, 8 de abril de 2009
A realidade do mundo digital
"Desenvolver habilidades digitais e conversar no meio real".
As escritoras Evelyn e Susana contaram com profissionais e adolescente na elaboração do livro sobre jovens. Sendo um guia de orientação sobre geração digital para pais e professores.
O livro Geração Digital, teve como temática a incorporação de novas tecnologia no cotidiano de crianças e adolescentes. As autoras são médicas pediatras especialistas em adolescentes Susana Graciela Bruno Estefenon e Evelyn Eisenstein.
A reportagem fala sobre saúde, que se usar demais as tecnologias pode causar danos físicos, na audição, visão, cefaléias, dores musculares e responde várias perguntas, numa delas Susana diz "É aconcelhável que uma criança ou adolescente não passe mais de duas horas por dia na frente de computador, videogame ou televisão".
O livro também propõe uma reflexão sobre os efeitos positivos e negativos que o uso das tecnologias digitais causam nos jovens.
http://www.gruposinos.com.br/vp/viver/ acesso em: 02/04/09 23:06
terça-feira, 7 de abril de 2009
O AVANÇO DA ROBÓTICA
A tecnologia está tão avançada, que a robótica já não é mais novidade, mas estas imagens surpreenderam-me.
O robô criança CB2 é um exemplo do desenvolvimento de robôs que interagem com humanos a partir de reconhecimento de expressões do rosto, como a relação mãe-bebê, conta Minoru Asada, professor da Universidade de Osaka, no Japão.

Equipado com 51 ar compressores, 5 motores e 197 sensores táteis sob uma pele de silicone.

O robô criança é ensinado a pensar como um bebê que analisa as expressões faciais das mães e pode classificá-las como alegria e tristeza por exemplo.
Minoru Asada, apresenta o robô criança com 1,3 metros e 33 quilos. O robô é conhecido como “ Child-robot with Biomimetic Body” ou CB2.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Sobre a formação tecnologica de Professores
Maria Luiza Belloni*
RESUMO: A partir da discussão dos controvertidos conceitos de modernidade e pós-modernidade, este texto busca destacar os ideais e as conquistas da sociedade moderna em dois campos cada vez mais complementares no processo de socialização das novas gerações: a educação e a comunicação. Considerando a crescente importância do fenômeno comunicacional na sociedade atual, globalizada e tecnificada, a educação é chamada a constituir-se em espaço de mediação entre a criança e um meio ambiente povoado de máquinas cada vez mais "inteligentes". Tendo como eixo teórico a integração - necessária e inelutável - ao campo educacional, das novas tecnologias de comunicação e de informatização, a autora tenta delinear alguns caminhos para a formação de professores numa perspectiva inovadora, indispensável para a melhoria da qualidade da escola do presente e do futuro. Palavras-chave: Formação de professores, tecnologia e educação, comunicação educacional, pós-modernidade, inovação pedagógica.
http://www.scielo.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/
Belloni, Maria Luiza. Tecnologia e formação de professores: Rumo a uma pedagogia pós-moderna? . Educ. Soc., Dez 1998, vol.19, no.65, p.143-162. ISSN 0101-7330
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Um ensino melhor.
As crianças precisam de aulas divertidas para aprender, tem professores que não gostam de dar um data show, pois as crianças não vão prestar atenção, mais eles estam muito enganados isto serve como disculpa para não dar pois leva um tempo para fazer e como eles não estam abituados a modernidade eles colocam a culpa nas crianças.
As crianças de hoje entende muito melhor de computador do os próprios pais, nossas crianças estam mais espertas, isso é um sinal maravilhoso pois eles estam com sede de aprender e é isso que devemos levar em conta.
Então deixo um recados aos propfessores que não "gostam" de tecnologia:
Vamos deixar de ser caretas e vamos com a tecnologia para o que der e vir.
Abraço.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
A falta de capacitação dos professores sobre as tecnologias presentes no dia-a-dia , principalmente de professores que já se formaram a algum tempo, e que já atuam na área levanta uma série de dúvidas sobre o que poderia ser feito para que estes professores se atualizem e procurem saber mais sobre o assunto.
DÚVIDAS TEMPORARIAS:
* Será que os professores procurar fazer cursos que trabalham e explicam sobre novas tecnologias?
* Será que o professor está sendo realmente preparado para o uso das novas tecnologias?
* Novas mudanças não exigiram também uma formação sobre os avanços tecnologicos?
* A formação de novos professores que atuarão num futuro próximo, serão os que ainda ignoram os avanços científicos ? Assim como à evolução tecnologica que podem ser usadas para a e
ducação? Ou serão professores atualizados que não temem aos avanços?
* E mesmo que o professor passará a ser um profissional atualizado, isto será o suficiente para que educação sobre as tecnologica ocorra, ou serão várias as desculpas para o não cumprimento das informação e do ensino-aprendizado sobre os avanços científicos?